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Júri de inquérito vê fotos de Diana à beira da morte | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Fotos da princesa Diana tiradas por paparazzi quando ela estava agonizando entre os destroços do carro após o acidente fatal em Paris há dez anos foram mostradas aos jurados do inquérito que investiga as circunstâncias de sua morte. As imagens foram pixeladas, mas seus cabelos e uma face do rosto dentro do carro puderam ser identificados. As fotos mostram o médico dos serviços de emergência Frederic Mailliez atendendo a princesa no local do acidente. O juiz do inquérito, Scott Baker, determinou que as fotos não sejem divulgadas ao público. O inspetor Paul Carpenter, da Scotland Yard, deu explicações e fez considerações durante a apresentação das fotos dos paparazzi. Moto Uma testemunha do inquérito disse que o motorista do carro da princesa estava sendo atrapalhado por motocicletas antes do acidente em Paris que matou o casal em 1997. Falando da capital francesa através de uma videoconferência, a testemunha disse que o carro da princesa estava sendo seguido por duas ou três motocicletas. Ocupantes de outro carro que passava no túnel sob a Ponte L'Alma disseram que ouviram uma buzina e som de freios sendo acionados antes do barulho da batida do carro. Estas testemunhas afirmam que só descobriram que se tratava da princesa Diana e Dodi Al-Fayed na manhã seguinte. A primeira testemunha disse que estava dirigindo pela margem do rio Sena quando viu um carro grande, a mais de 80 quilômetros por hora, seguido por duas ou três motocicletas. Ela afirmou acreditar que, em uma das motos, estavam duas pessoas. Ruídos O depoimento das testemunhas foi feito perante o júri do inquérito em Londres O júri também ouviu declarações de cinco ocupantes do outro carro que passava pelo túnel sob a Ponte L'Alma - um Volkswagem Pólo - pouco antes do acidente. O motorista afirmou ter ouvido o barulho insistente da buzina por alguns segundos e então o barulho da batida. Eles não podiam parar no local, pois não era permitido, então continuaram seu percurso e só descobriram que a princesa Diana tinha morrido naquele acidente no dia seguinte. O inquérito do caso deve levar seis meses para ser concluído. |
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