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Corte européia rejeita queixa de Al-Fayed sobre morte de Diana | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Tribunal Europeu de Direitos Humanos não acatou a queixa apresentada pelo milionário Mohammed Al-Fayed contra as autoridades francesas, que, segundo o pai de Dodi Al-Fayed, não teriam investigado adequadamente as mortes do filho e da então namorada dele, a princesa Diana. A decisão foi anunciada nesta terça-feira, mesmo dia em que começou em Londres um novo inquérito sobre as mortes do casal, há dez anos, em um túnel de Paris. O tribunal europeu afirmou que a decisão foi tomada porque a queixa de Al-Fayed contra a investigação francesa foi considerada "obviamente mal embasada". Em outros dois pontos levantados pelos advogados do milionário, os juízes europeus não encontraram violações da Convenção dos Direitos Humanos, mas afirmaram que ele teria direito a apelar. Nos últimos dez anos, Al-Fayed apresentou diversas denúncias à Justiça da França. Os resultados têm variado. 'Falha grosseira' Há quatro anos, um tribunal de Paris decidiu a favor do magnata, julgando ter havido falha grosseira nas investigações. No ano passado, Al-Fayed ganhou um caso contra três dos fotógrafos que perseguiam o carro onde estavam Dodi e Diana na noite do acidente. No entanto, o juiz determinou que cada um dos fotógrafos indenizasse Al-Fayed com apenas um euro. Em Londres, a Alta Corte começou uma nova investigação sobre a morte do casal. A investigação vai analisar a hipótese, defendida pelos advogados do pai de Dodi Al-Fayed, de que houve conspiração para matar o casal. Em um procedimento pouco comum no sistema britânico, as audiências serão feitas não apenas por um juiz, mas por um júri – uma vitória de Al-Fayed, que deseja que o grupo ouça os depoimentos da família real. Mohamed Al-Fayed questiona as conclusões de um inquérito anterior, do comissário da Scotland Yard na época do acidente, John Stevens, que em dezembro de 2006 descartou a hipótese de conspiração. Diana, Dodi e o motorista Henri Paul morreram quando a Mercedes Benz em que se encontravam se chocou contra uma das pilastras do túnel sob a Ponte de l'Alma, em Paris, em 31 agosto de 1997. |
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