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Casa Cor chega à Europa unindo Suécia e Brasil | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Casa Cor, maior evento de arquitetura e decoração do Brasil, chega à Europa na próxima semana com uma megaexposição em Estocolmo, cidade considerada um dos principais centros do design contemporâneo. De 1º de setembro a 14 de outubro, a Casa Cor Suécia deve reunir 60 arquitetos e designers em um espaço de 1,5 mil metros quadrados no T-building - um imponente edifício num dos pontos mais nobres da cidade. É uma mostra de suecos para suecos, mas com um toque tropical: ao lado de ícones do design sueco, um grupo de brasileiros que inclui os Irmãos Campana, a arquiteta Patrícia Martinez e os designers Alessandro Jordão e Kiko Sobrino estarão assinando três dos 40 ambientes. "Estocolmo simboliza a elite do design, e entrar na Europa via Suécia significa entrar pela porta da frente, com a tropa de elite", disse Patrícia Martinez a BBC Brasil. Família fictícia Na mostra, arquitetos e designers criaram uma casa para uma família tão fictícia como peculiar, refletindo uma perfeita união entre Brasil e Suécia. No imaginário da mostra, o proprietário da casa é um sueco, casado em um segundo casamento com uma brasileira. Da família fazem parte os três filhos dele do primeiro casamento (uma jovem estilista e dois adolescentes), o avô das crianças e a ex-mulher do dono da casa. Todos moram juntos, dividindo o espaço de dois andares da casa - a ex-mulher acomodada no andar de baixo, num quarto ao lado do ex-sogro. "Os suecos abraçaram a idéia de fazer uma casa temática", diz à BBC Maíra Lot Vieira, gerente de marketing da Casa Cor Brasil e responsável pelo projeto europeu.
"O 'dono' da casa foi imaginado como um caçador que já foi várias vezes à África, então foi criada até uma galeria de troféus, com cabeças de animais expostas. Ele é também um colecionador, então foi montado um espaço só para as obras de arte." "A Casa Cor Suécia está mexendo com o luxo, e os suecos têm vergonha de falar de luxo", observa Maíra Lot Vieira. "É um mercado com uma cabeça socialista, que só agora começa a se permitir um certo luxo. Por isto este é o momento certo para entrar na Suécia." Planos futuros A Casa Cor contabiliza 14 franquias no Brasil, além de edições no Peru e no Panamá. Com a mostra sueca, a Casa Cor inicia um projeto de expansão européia. "A Suécia é o mercado-teste número um da Europa. É a nossa Curitiba. Todo produto lançado na Europa é testado primeiro no mercado sueco", explica Maíra. Depois da Suécia, a aposta maior para o próximo passo da expansão européia são os novos mercados do Leste Europeu. |
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