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Atualizado às: 22 de agosto, 2007 - 15h09 GMT (12h09 Brasília)
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Premiê iraquiano rebate críticas e diz que não aceita prazos
Nouri al-Malik, primeiro-ministro iraquiano
Malik culpou campanha presidencial pelo comentário 'descortês'
O primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, rebateu as críticas feitas pelo presidente americano, George W. Bush, e disse que "ninguém tem o direito de impor prazos" para que o governo do Iraque mostre resultados.

Em viagem ao Canadá, na terça-feira, Bush demonstrou pela primeira vez sinais de distanciamento de Maliki e afirmou que chegou a hora de o governo iraquiano mostrar resultados.

Em entrevista no fim de uma visita à Síria, Maliki disse, sem citar diretamente o presidente americano, que não levaria o comentário em consideração e que poderia "encontrar amigos em outros países".

"Ninguém tem o direito de impor prazos ao governo iraquiano, que foi eleito pelo povo", disse o primeiro-ministro.

"As pessoas que fizeram estas declarações estão incomodadas com nossa visita à Síria. Não vamos nos preocupar com isso. Nos importamos com o nosso povo, nossa Constituição e podemos encontrar amigos em outros lugares", acrescentou Maliki.

Frustração

O primeiro-ministro iraquiano culpou a campanha para as eleições presidenciais nos Estados Unidos por muitos dos comentários "descorteses" que têm sido feitos contra seu governo.

Nas críticas que fez ao governo iraquiano na terça-feira, Bush disse que o povo do Iraque deu um passo importante em direção à reconciliação, mas que havia "um certo grau de frustração com a liderança" de Maliki.

Nesta quarta-feira, a expectativa era de que o presidente americano reafirmasse em um discurso na Convenção de Veteranos de Guerras no Exterior que a guerra no Iraque é tão vital para os Estados Unidos quanto outras campanhas lideradas pelo país no passado.

De acordo com informações divulgadas pela Casa Branca, Bush também pretendia ressaltar em seu discurso que, apesar de diferentes, as guerras no Iraque e no Vietnã "são lutas ideológicas".

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