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Kirchner diz que México é 'essencial' para o Mercosul | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente argentino, Néstor Kirchner, disse nesta segunda-feira que a entrada do México no Mercosul é “essencial” para o bloco. Em entrevista coletiva no Palácio Nacional, sede do governo mexicano, na Cidade do México, Kirchner afirmou que seus colegas do bloco estão “absolutamente de acordo” com esta visão. Na opinião do líder argentino, é o momento de fortalecer e ampliar a integração na América Latina. Por isso, Kirchner convidou o colega mexicano, Felipe Calderón, a pensar na proposta que poderia, segundo analistas argentinos e uruguaios, levar o México a ter o mesmo status que Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai – além da Venezuela, que ainda depende de ratificação do Congresso Nacional brasileiro para integrar o bloco. Calderón respondeu que o Mercosul é importante e que pretende aproximar seu país ainda mais do bloco, mas, diante das câmeras de televisão, não se comprometeu em aceitar a proposta. “Nós vemos com bons olhos o esforço e liderança da Argentina no Mercosul”, disse Calderón, segundo a agência oficial argentina Telam. O México é integrante do Nafta (Área de Livre Comércio da América do Norte, formada por Estados Unidos, Canadá e México), o que dificultaria sua entrada no Mercosul. Essa é uma discussão antiga, que teve a simpatia do ex-presidente mexicano Vicente Fox, que participou de reuniões do bloco. Mas a discussão avançou pouco. “Com Venezuela e com México até que poderia equilibrar o bloco, mas hoje ele está estancado”, disse o ex-presidente uruguaio Julio Maria Sanguinetti. Segundo a imprensa argentina, Kirchner pretende aproximar seu país do México para “equilibrar a dependência” que seu país tem hoje do Brasil. Na Cidade do México, Kirchner e Calderón assinaram um acordo de associação estratégica entre os dois países. O presidente argentino está acompanhado da primeira-dama e presidenciável Cristina Fernández de Kirchner. Cristina já disse que, caso vença as eleições de outubro, pretende ampliar as relações de seu país com outros parceiros internacionais. |
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