|
Sarkozy forma governo com oposição e sete mulheres | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, nomeou sete mulheres e dois integrantes da oposição entre os ministros que formarão o seu governo. Sarkozy anunciou o nome dos ministros que trabalharão junto ao primeiro-ministro francês, François Fillon. Ele reduziu pela metade o número de ministérios em seu novo governo para 15 pastas. Em uma aparente estratégia política, já de olho nas eleições legislativas de junho, Sarkozy nomeou o socialista Bernard Kouchner, um dos fundadores da ONG Médicos Sem Fronteiras, para ser ministro das Relações Exteriores. Já o centrista Hervé Morin ficará com o Ministério da Defesa. O ex-premiê de centro-direita Alain Juppé, que foi banido do governo por um ano após um escândalo de financiamento de campanha em 2005, vai ocupar o Ministério de Meio Ambiente e Energia. As mulheres ficaram com as seguintes pastas: Michèle Alliot-Marie (Interior), Rachida Dati (Justiça), Christine Lagarde, que já tinha sido ministra do Comércio Exterior no governo Chirac (Agricultura), Valérie Pécresse (Ensino Superior e da Pesquisa), Christine Albanel (Cultura e Comunicação), Christine Boutin (Habitação e Cidades), Roselyne Bachelot (Saúde e Esportes). Os demais ministros são: Brice Hortefeux (Imigração), Xavier Darcos (Educação), Jean-Louis Borloo (Economia Finanças e Emprego), Xavier Bertrand (Trabalho, Relações Sociais e Solidariedade), Eric Woerth (Orçamento). Promessa Sarkozy assumiu a Presidência da França na quarta-feira no lugar de Jacques Chirac, que ficou no poder há 12 anos. No discurso de posse, o novo presidente francês prestou uma homenagem aos seus antecessores, em especial, ao general Charles de Gaulle, que ele disse ter salvado a França duas vezes, e a Chirac, por ter "levado os valores universais da França ao mundo". Ao povo francês, o novo presidente disse: "Não vou decepcioná-los". E prometeu defender a identidade e a independência da França e trabalhar por uma Europa que proteja seus próprios cidadãos. Sarkozy afirmou ainda que nunca houve uma necessidade tão grande de se opor à intolerância e ao racismo. O novo presidente, que também prometeu trabalhar em temas como mudanças climáticas e ajuda à África, terminou o discurso com o tradicional "Vive la Rèpublique, vive la France". |
NOTÍCIAS RELACIONADAS Sarkozy nomeia aliado para cargo de premiê francês17 de maio, 2007 | Notícias 'Não vou decepcioná-los', diz Sarkozy ao tomar posse na França16 maio, 2007 | BBC Report Sarkozy pede ação urgente contra 'paralisia' da UE16 maio, 2007 | BBC Report Crise conjugal de Sarkozy vira novela política na França 15 maio, 2007 | BBC Report Chirac dá adeus ao cargo e pede união aos franceses15 maio, 2007 | BBC Report Esquerda pode ter renovação após derrota de Ségolène07 maio, 2007 | BBC Report Desafios sociais e econômicos aguardam Sarkozy na França07 maio, 2007 | BBC Report Após eleição de Sarkozy, Paris tem noite de festa e violência06 maio, 2007 | BBC Report LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||