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Brasil é uma das estrelas do turismo mundial, diz entidade | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Para o presidente do Conselho Mundial do Turismo e Viagens, o francês Jean-Claude Baumgarten, o Brasil é uma das estrelas do turismo mundial para os próximos anos. Em Lisboa, antes do início da cúpula mundial do turismo, que começa nesta quinta-feira e vai até domingo, Baumgarten incluiu o país entre os que terão maior crescimento no setor. "O Brasil, a América Latina, a Europa, os países do Mediterrâneo e o Oriente Médio são as estrelas entre os mercados de recepção de turistas", disse. O presidente do órgão mundial classificou a indústria do turismo brasileira como "florescente". No entanto, apontou os problemas que o país terá que resolver. "O desafio para o Brasil é construir mais infra-estrutura para poder receber mais turistas", afirmou. Do lado dos mercados emissores de turistas, os principais países no futuro próximo são a China, a Índia (que, até agora, teve uma participação muito pequena) e a Rússia. Segundo as previsões do WTTC (a sigla do conselho em inglês), o crescimento da China será o maior. "No ano de 2006, o número de turistas chineses que viajaram para o exterior foi 31 milhões. Em 2017, serão 100 milhões", afirmou Baumgarten. De acordo com o presidente do WTTC, o setor do turismo representa atualmente 10% do PIB mundial e que cresce a uma taxa de 4,6%. "Não há mais países emergentes no turismo, o crescimento acontece em todo o mundo", diz Baumgarten. "Neste momento, basta um país ter estabilidade política e econômica para o crescimento do turismo ultrapassar essa cifra". Meio ambiente Na reunião de Lisboa, a grande discussão será a respeito de como criar infra-estruturas para o turismo sem comprometer o meio ambiente. "Temos de nos organizar para gerir o crescimento às taxas em que atualmente ocorre. Precisamos de infra-estruturas, mas com uma preocupação com o ambiente. Se destruirmos a natureza na construção das infra-estruturas, destruímos o nosso produto", disse Baumgarten. O presidente do WTTC advertiu ainda que, se não forem construídas infra-estruturas para atender à demanda turística, o mercado vai procurar outros produtos. Para isso, diz Baumgarten, é necessário um planejamento em longo prazo. "Construir um aeroporto demora 20 anos, o que é em média quatro vezes a vida política de um ministro", afirmou. Para a reunião, estão inscritos representantes governamentais e empresários do setor de turismo de 68 países. Do Brasil, a representante é a ministra do Turismo, Marta Suplicy. |
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