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China publica guia de restaurantes 'limpinhos' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Preocupados em receber bem os visitantes durante os Jogos Olímpicos de 2008, autoridades sanitárias de Pequim vão publicar um guia gastronômico em que restaurantes serão listados por critérios de higiene. Até o final do ano o governo espera inspecionar e categorizar 35 mil estabelecimentos na capital, segundo o jornal South China Morning Post de Hong Kong. As casas que não se enquadrarem nos padrões mínimos de limpeza serão convidadas a passar por uma reforma ou terão de fechar as portas. A ação sanitária foi desencadeada por uma avaliação da Secretaria de Saúde e do comitê local de organização dos jogos. Intoxicação Um estudo enumerou 45 problemas de saúde pública que poderiam prejudicar o evento e alertou para o risco real de intoxicação alimentar em massa. "Intoxicação alimentar é um problema sério e recorrente. Histórias deste tipo têm acontecido com freqüência" explicou à BBC Brasil Jack Weller, consultor em organização de grandes eventos e professor da faculdade de hotelaria e turismo da Universidade Politécnica de Hong Kong. "Mas acho que Pequim está tomando providências práticas e conseguirá acabar com os maus estabelecimentos até 2008", avalia o professor Weller. Outros perigos como a eclosão de uma epidemia de gripe aviária e o retorno da SARS também foram apurados no estudo, mas a conclusão é de que há pouca probabilidade destas ameaças se concretizarem. A Secretaria de Saúde não pretende adotar medidas de precaução extremas contra estas doenças. "As pessoas por si só vão estar vigilantes. Já aprendemos que epidemias na Ásia são uma questão séria" avalia Weller. O uso indiscriminado de câmeras térmicas em lugares públicos para monitorar e isolar os visitantes que estejam com febre, por exemplo, foi descartado pelas autoridades. "Nós tiramos lições valiosas da epidemia de SARS e estamos em uma melhor posição para lidar com ameaças à saúde pública", justificou o diretor da secretária de Saúde de Pequim, Jin Dapeng, ao South China Morning Post. |
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