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Apoio a Kirchner 'marcará visita de Lula à Argentina' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O apoio à reeleição de Néstor Kirchner promete ser, segundo diplomatas argentinos e brasileiros, o principal assunto do almoço que o presidente argentino oferece a Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira, em Buenos Aires. Lula desembarcou na capital argentina no início da madrugada desta sexta-feira para uma visita de 15 horas, após ter declarado seu apoio à reeleição de Kirchner em entrevista aos principais jornais locais. Kirchner e sua mulher, a senadora Cristina Fernández, receberão Lula e Marisa Letícia para um almoço na residência presidencial de Olivos, a cerca de trinta minutos do centro de Buenos Aires. O presidente argentino também declarou apoio à reeleição de Lula, meses antes do pleito, realizado ano passado, no Brasil. Agora, a seis meses das eleições presidenciais de outubro, na Argentina, as declarações do presidente brasileiro geraram forte repercussão no país vizinho. As palavras de Lula aos principais jornais argentinos – Clarín, La Nación e Página 12 – ganharam as primeiras páginas, na véspera do desembarque de Lula. "A continuidade de Kirchner é extremamente importante", disse Lula, como ressaltou o Clarín. “Kirchner fez uma gestão muito boa”, publicou o La Nación. Estas afirmações foram objeto de comentários em diferentes emissoras de rádio do país. Mistério Mas o presidente Kirchner tem insinuado, nos últimos tempos, que a presidenciável é a primeira-dama, Cristina, e não ele. Cristina não nega nem confirma, e acaba de chegar de mais uma viagem internacional – desta vez ao México – acompanhada de diferentes integrantes do governo do marido, como o ministro das Relações Exteriores, Jorge Taiana. Para a imprensa argentina, as viagens contribuíram para reforçar a tese de que a candidata é ela, mas os principais líderes da oposição desconfiam – acham que o presidenciável é mesmo Kirchner. A Taiana, nesta sexta-feira, caberá oferecer almoço ao ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e ao assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia. Nesta oitava visita do presidente brasileiro à Argentina desde que assumiu o Palácio do Planalto, estão previstas reuniões com poucos participantes, para se discutir ainda etanol e maior integração financeira entre os dois principais sócios do Mercosul, Brasil e Argentina. O retorno do presidente e sua comitiva a Brasília está marcado para as 15h20 desta sexta-feira. |
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