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Polícia identifica autor de massacre na Virgínia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O atirador que matou pelo menos 30 pessoas na Universidade Virginia Tech, nos Estados Unidos, foi identificado pela polícia nesta terça-feira como um estudante de origem sul-coreana, de 23 anos, chamado Cho Seung-Hui. Ele estudava inglês e morava no campus. De acordo com a polícia, Cho se suicidou depois de disparar dezenas de tiros na universidade. A polícia confirmou que uma das armas encontradas no local onde o estudante sul-coreano matou 30 pessoas também foi utilizada no ataque realizado mais cedo, quando duas pessoas foram mortas. "Um revólver calibre 9 mm e outro calibre 22mm foram encontrados no Norris Hall (o local do segundo ataque). Testes de balística confirmaram que uma das armas foi usada nos dois ataques", disse Wendell Flinchum, chefe da polícia da universidade. De acordo com o superintendente da polícia do Estado da Virgínia, Steve Flaherty, é provável que o atirador tenha agido sozinho nos dois ataques realizados no campus, já que não há indícios de que tenha havido um cúmplice, mas a investigação ainda não foi concluída. Ainda segundo a polícia, os corpos das 30 vítimas do segundo ataque foram encontrados em quatro salas de aula diferentes e nas escadas do prédio da universidade. O corpo do atirador, que se matou, também foi encontrado no local. O primeiro ataque, realizado cerca de duas horas antes, ocorreu em outras dependências da mesma universidade. Relatos Sobreviventes do ataque afirmaram que o atirador andou calmamente pela universidade e chegou a trancar portas para evitar que outros estudantes fugissem do local. Alguns estudantes e pais criticaram as autoridades por demorar demais para dar o alerta de que um homem armado estava à solta. A polícia afirma que pensou que o primeiro incidente havia sido isolado, um problema doméstico, e que o atirador tinha saído do campus. Representantes da universidade defenderam a decisão de não evacuar o campus, dizendo que não podiam prever o segundo incidente. "Não tínhamos razão para suspeitar que outro incidente fosse ocorrer. Apenas podemos tomar decisões com base em informações que tínhamos naquele momento. Você não tem horas para refletir sobre isso", disse Charles Steger, reitor da universidade. Os estudantes alegam que foram informados apenas por e-mail, duas horas depois do primeiro tiroteio, e dizem que não foram feitos anúncios no sistema de alto-falante. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que ficou "chocado e entristecido" com o ataque à universidade da cidade de Blacksburg que tem 26 mil estudantes. Bush e a primeira-dama, Laura Bush, participam de uma missa nesta terça-feira, na universidade em Virgínia, em homenagem às vítimas dos ataques.
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