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'Aqui é mais seguro do que o Brasil', diz aluno brasileiro da Virginia Tech | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mesmo após a tragédia da Virginia Tech University, um de seus alunos, o brasileiro Victor Wanderley, diz ainda se sentir mais seguro nos Estados Unidos do que no Brasil. ''Ainda acho que aqui é mais seguro. Passo todas as minhas férias no Brasil (em Minas Gerais). Quando estou na rua no Brasil, sinto mais insegurança do que aqui", afirmou o estudante de engenharia civil de 19 anos em entrevista à BBC Brasil. Victor vem de Belo Horizonte, onde costuma passar as férias. Mas, acrescenta, ''nunca tinha acontecido uma coisa desse tamanho por aqui. Foi uma coisa que abalou a cidade inteira, que gira em torno da universidade''. Victor mora a menos de cinco minutos da universidade e estava em casa no horário em que os tiroteios aconteceram. Ele estuda na parte da tarde, e os tiroteios ocorreram pela manhã. O primeiro, no qual duas pessoas foram mortas, aconteceu às 7h15 do horário local. O segundo, no qual pelo menos 30 foram assassinadas, duas horas mais tarde, em uma sala de aula, do outro lado do campus universitário. Horário Apesar da diferença de horário, Victor afirma que constantemente ia à universidade na parte da manhã, para conversar com seus orientadores. E, como o crime ocorreu na faculdade de engenharia, poderia facilmente ter sido uma das vítimas. Ele ficou sabendo dos tiroteios pela Internet, ao ver um comunicado enviado pela universidade. Mas, na ocasião, as informações se limitavam a uma morte confirmada. Em seguida, ele começou a contactar seus amigos para saber o estado de saúde de cada um. ''Fizemos uma corrente, pedindo para todo mundo responder. Até agora está tudo bem. Mas como não houve uma lista das pessoas que faleceram, fica difícil dizer.'' Quando a entrevista estava se encerrando, Victor interrompeu a despedida para dar uma má notícia: ''Acabei de trocar uma mensagem com um colega agora, que me contou que um amigo nosso, o Justin, um americano, tomou três tiros, dois na perna e um no braço''. |
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