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Democratas querem 'aprimorar' acordos com latinos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Partido Democrata apresentou nesta terça-feira o seu novo plano de política comercial para os Estados Unidos. Segundo os democratas, um dos objetivos do projeto ''Uma Nova Política Comercial para os Estados Unidos'', é aprimorar acordos de livre comércio pendentes, como os que os Estados Unidos estabeleceram com Colômbia, Peru e Panamá, que ainda dependem da aprovação do Congresso. O deputado Sander Levin, do Michigan, que comanda um subcomitê do Congresso responsável pela área comercial, afirmou que, pelo novo projeto, o Peru terá de ''adotar e aplicar'' leis relativas à extração madeireira. E o país, juntamente com a Colômbia, terá de acatar padrões trabalhistas internacionais. O documento também estabelece que os acordos entre americanos e os três países latinos precisam ainda incluir cláusulas relativas a propriedade intelectual que garantam a essas nações o acesso a medicamentos considerados vitiais e que protejam as indústrias farmacêuticas locais. Fast track Devido ao recurso conhecido como FTA (Fast Track Authority), que dá ao Executivo americano a autoridade de negociar acordos comerciais sem a possibilidade de emendas pelo Congresso, Peru e Colômbia, assim como Equador e Bolívia, podem exportar uma série de produtos para os Estados Unidos isentos de tarifas. O deputado Levin acrescentou que os democratas esperam aprovar uma legislação que prolongaria por mais dois anos o prazo dos benefícios comerciais desfrutados pelos países andinos. O FTA, que também contempla uma série de produtos brasileiros, expira no próximo dia 1º de julho. O presidente George W. Bush vem pedindo a renovação do expediente. Doha O texto também afirma que o Congresso deve ter um ''papel revigorado'' nas negociações para restabelecer a Rodada de Doha de liberalização do comércio mundial. De acordo com o documento, ''o primeiro passo'' para que isso aconteça será através de uma ''plena parceria'' nas negociações da Organização Mundial do Comércio relativas à agricultura. Os democratas afirmam que o Executivo e o Legislativo americanos devem atuar juntos para procurar eliminar barreiras impostas sobre exportações agrícolas americanas. As negociações da Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio chegaram a um impasse em julho do ano passado. O Brasil queria a redução de subsídios agrícolas por parte de europeus e americanos. Estes, em contrapartida, queriam a abertura dos setores industrial e de serviços dos países em desenvolvimento. | NOTÍCIAS RELACIONADAS EUA vêem impasse sobre Doha, mas papel ativo do Brasil12 fevereiro, 2007 | BBC Report Bush pede renovação de 'fast track' ao Congresso31 janeiro, 2007 | BBC Report EUA apresentam plano para mudar subsídios agrícolas31 janeiro, 2007 | BBC Report Ministros em Davos tentam chegar a acordo sobre Doha27 de janeiro, 2007 | Notícias LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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