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EUA anunciam apoio à entrada da Rússia na OMC | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos confirmaram nesta sexta-feira que apoiarão a entrada da Rússia na Organização Mundial do Comércio (OMC). Um comunicado do Departamento americano de Comércio diz que os países devem assinar um acordo de princípios sobre o assunto no dia 19 em Hanói, no Vietnã, durante o encontro econômico dos países da Ásia e do Pacífico - no qual os presidentes americano, George W. Bush, e russo, Vladimir Putin, devem se encontrar. Embora ainda em nível bilateral, o entendimento entre russos e americanos supera o maior obstáculo ao acesso da Rússia à OMC, um objetivo que Moscou vem perseguindo desde 1994. Pelo sistema da OMC, todos os 148 membros da organização precisam aprovar a entrada de um país. Se um deles rejeitar, a entrada do candidato não é aceita. A Rússia era considerada uma das principais ausências entre os membros da organização. Exportações Segundo as autoridades americanas, o acordo deve garantir que os Estados Unidos exportem para a Rússia produtos agrícolas e industriais em condições preferenciais, além de abrir o mercado de bens financeiros na Rússia. A representante americana de Comércio, Susan Schwab, afirmou que o acordo "coloca as relações comerciais (bilaterais) num curso cooperativo" e "é uma indicação clara dos esforços da Rússia para participar e se beneficiar de um sistema de comércio global baseado em normas". Schwab disse que a Rússia mudou suas posições em relação a vários pontos que sustentavam a oposição americana à entrada do país na organização. Os americanos vêm criticando o governo da Rússia por causa do histórico de supostos abusos aos direitos humanos, excessivo controle estatal sobre recursos energéticos, desregulamentação na área de direitos autorais e restrições impostas a companhias estrangeiros que operam no país. A proposta ainda terá de ser referendada pelo Congresso americano recém-eleito, dominado pelos democratas. Mas, segundo Susan Schwab, o governo dos Estados Unidos tem trabalhado "de perto" com congressistas para possibilitar a aprovação do entendimento. |
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