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Amigo de captor 'conheceu jovem austríaca' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um amigo e colega de trabalho do homem que seqüestrou a austríaca Natascha Kampusch disse ter conhecido a jovem em julho deste ano, afirma o jornal austríaco Krone. Ernst H. disse que o encontro ocorreu em julho deste ano, na empresa de construção dirigida por ele. "Quando eu abri a porta, ele me apresentou a moça como uma conhecida e não falou o nome dela", disse H. ao jornal. "Eu dei a mão para ela, que me cumprimentou com um educado "Prazer". Ela deixou uma impressão alegre e feliz", explicou H. à Krone. O empresário também teria afirmado que ficou bastante surpreso e não conseguiu descobrir se a jovem era sua amiga ou apenas uma conhecida. "Naquele momento, obviamente eu não sabia que ela era Natascha Kampusch." Ele acrescentou: "Eu estou chocado". 'Chocado' O amigo do seqüestrador Wolfgang Priklopil o conheceu nos anos 80 e os dois se tornaram colegas de trabalho nos anos 90. H. também teria dado detalhes sobre as últimas horas de vida de Priklopil, na última quarta-feira, após a fuga de Kampusch. "Por favor, venha me buscar, é uma emergência, por favor venha agora", teria dito o seqüestrador da jovem a H., por telefone. Priklopil teria pedido para o amigo desativar o telefone celular para que os dois pudessem conversar sem ser interrompidos. "Ele estava muito nervoso e disse que tinha acabado de furar um bloqueio policial em estado alcoolizado", disse H. à Krone. Após conquistar a confiança do colega, H. o convenceu a se entregar. Priklopil saiu do carro. "Como eu o considerava uma pessoa correta, não tinha dúvidas de que ele o faria." Horas depois do episódio, o amigo teve de identificar o homem que se suicidou em uma linha de trem como sendo Priklopil. Telenovela O jornal austríaco também traz uma entrevista com a advogada de Kampusch, Monika Pinterits, que afirmou que a jovem está muito bem e não parece estar se sentindo sozinha. Segundo Pinterits, Kampusch não se coloca no papel de vítima. "Eu sou jovem, eu sei muito, eu sou forte. Aceitem-me como eu sou!", teria dito a moça de 18 anos à advogada, que se refere à cliente como Sra. Kampusch. "O pedido por respeito veio dela. As pessoas têm a impressão de que ela quase faz parte da família. Como uma telenovela, em que algo novo ocorre todo dia." |
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