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Atualizado às: 16 de agosto, 2006 - 21h16 GMT (18h16 Brasília)
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Teste de pele poderia diagnosticar Alzheimer
Mulher fazendo teste psiquiátrico de Alzheimer
O mal de Alzheimer requer tratamento nos primeiros estágios
Pesquisadores do Instituto de Neurociências Blanchette Rockefeller, nos Estados Unidos, acreditam que é possível desenvolver um teste rápido e indolor para diagnosticar o mal de Alzheimer, após recentes descobertas.

Os cientistas isolaram uma substância encontrada nas células da pele que oferece uma resposta precisa sobre a presença da doença em pacientes que mostram os primeiros sinais de Alzheimer.

Um eventual teste - que seria aplicado por enfermeiras ou técnicos em consultórios - representaria uma revolução na área.

"No começo, o mal de Alzheimer é muito difícil de distinguir de outros tipos de demência ou mesmo de problemas cognitivos leves", diz o co-autor do estudo Danil Alkon.

Atualmente, a doença só pode ser identificada em autópsias ou através de avaliações psiquiátricas. Porém, estes testes médicos são procedimentos considerados invasivos e têm eficiência de apenas 85%.

O diagnóstico na fase inicial da doença pode ser fundamental, já que o tratamento funciona melhor se os remédios forem tomados quando os primeiros sintomas aparecem.

Enzimas

Muitos cientistas concluíram, nos últimos anos, que os efeitos do mal de Alzheimer são encontrados em várias partes do corpo e não apenas no cérebro.

Os pesquisadores do Instituto Blanchette Rockefeller decidiram então testar amostras de tecido de pessoas que haviam morrido de diversas causas conhecidas, inclusive Alzheimer, e descobriram enzimas chamadas Erk 1 e Erk 2 que reagiam de forma diferente nos portadores da doença.

O estudo foi publicado esta semana na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Para Susanne Sorensen, chefe de Pesquisa do Alzheimer´s Society, se o teste de pele for desenvolvido com sucesso, os pacientes vão ser os maiores beneficiados.

"Os médicos poderão diagnosticar a doença muito mais cedo e isso será usado em conjunto com futuros tratamentos e vacinas que podem ajudar a estabilizar a doença antes que sintomas mais sérios apareçam", diz ela.

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