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Plano poderia envolver líquido explosivo, sugerem EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário de Segurança Interna dos Estados Unidos, Michael Chertoff, disse que as medidas de segurança tomadas nos aeroportos americanos obedeciam à necessidade de combater “equipamentos com líquidos explosivos desenhados pelos conspiradores”. A declaração é um passo adiante em relação ao que têm revelado as autoridades britânicas. O chefe do setor antiterrorismo da Scotland Yard, Peter Clarke, disse que as prisões e o endurecimento da fiscalização nos aeroportos foram resultado de uma longa operação, que permanece em andamento. Casas em todo o país, especialmente em Londres, ainda estão sendo revistadas, segundo o vice-chefe da Scotland Yard, comissário Paul Stephenson Nesta madrugada, a polícia londrina prendeu 25 suspeitos e mantém 21 sob custódia. Líquido explosivo Para o correspondente da BBC para Assuntos de Segurança Gordon Corera, a proibição de líquidos a bordo sugere que algum explosivo líquido fazia parte da estratégia do plano extremista. Ele disse ainda os ataques poderiam ser realizados em "ondas" e que os explosivos seriam extremamente sofisticados. Líquidos de qualquer natureza estão proibidos a bordo, e mesmo passageiros acompanhados de crianças pequenas em Londres estão foram obrigados a provar o leite que levavam na frente de policiais. Segundo o correspondente da BBC, as hipóteses consideram que o plano incluiria até nove ataques a serem tentados pelos extremistas nas próximas duas semanas, em vôos que partiriam da Grã-Bretanha em direção aos Estados Unidos. O comissário Stephenson afirmou que os ataques alcançariam uma "escala inimaginável" se fossem realizados. Já o secretário americano Michael Chertoff declarou que o planejado tinha “alcance internacional, que em muitos aspectos sugere uma trama da Al-Qaeda”. Mas as autoridades britânicas evitaram relacionar diretamente qualquer grupo com a trama desbaratada nesta quinta. “Estamos envolvidos em uma longa e ampla luta contra pessoas más. Não se trata de uma religião contra outra, uma civilização contra a outra”, disse John Reid. “A ameaça é comum a todos nós.” |
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