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Família real: Editor é investigado por 'escuta' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia britânica está interrogando nesta quarta-feira um editor do tablóide News of the World, após reclamações de que mensagens de voz de celulares de funcionários da família real haviam sido interceptadas. Clive Goodman, editor de assuntos reais do tablóide dominical, foi detido em Londres na terça-feira com outros dois homens, um dos quais foi libertado após o pagamento de fiança. A investigação acontece após denúncia do secretário de comunicações do príncipe Charles, herdeiro do trono britânico, e de dois de seus funcionários que trabalham para os príncipes William e Harry, filhos de Charles. A polícia ainda investiga se os próprios membros da família real, além de políticos e celebridades, também tiveram suas mensagens interceptadas. 'Razoavelmente fácil' O especialista em segurança Mark Cooper disse à BBC que acessar mensagens gravadas num telefone celular individual é “razoavelmente fácil”. Cooper disse que as indicações até agora são de que as mensagens de voz deixadas nos celulares de funcionários da família real haviam sido escutadas por terceiros. “Até que saibamos o que realmente aconteceu, é difícil tecnicamente antecipar a dimensão dessa investigação”, disse Cooper. “Mas se é algo tão simples quanto ouvir mensagens de voz, poderia ser algo bem grande.” Relatos sugerem que o inquérito policial foi provocado por uma suposta interceptação de comunicações telefônicas privadas entre o jornalista Tom Bradby, da rede de televisão ITV, com um funcionário do príncipe Charles. Uma mensagem deixada pelo jornalista no celular do funcionário teria servido como base para uma reportagem do News of the World. Denúncias A investigação policial começou há sete meses, após denúncias de funcionários do príncipe Charles. Segundo a Scotland Yard (polícia metropolitana), as acusações têm “implicações potenciais de segurança” e por isso estavam sendo verificadas por um departamento anti-terrorismo. Em um comunicado divulgado na terça-feira, a Scotland Yard diz que a investigação “se concentrou em supostas violações repetidas de segurança em redes telefônicas por um período significativo de tempo e o impacto em potencial que isso possa ter sobre a segurança e a proteção de indivíduos”. O comunicado acrescenta ainda que, após as investigações iniciais, a polícia acredita que “outras figuras públicas fora da família real” tiveram seus telefones interceptados. “A polícia continua a trabalhar com as companhias telefônicas envolvidas e continua a ter seu total apoio para identificar qualquer outra pessoa cujo telefone tenha sido interceptado”, diz o comunicado. Entre as outras pessoas cujas mensagens teriam sido interceptadas estaria ao menos um deputado. A polícia não descarta a possibilidade de que funcionários de outros membros da família real ou de que os próprios membros da família real também tenham tido mensagens interceptadas. |
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