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Quarteto brasileiro viu de perto a mágica de Zidane | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Enquanto pelo lado brasileiro o "quarteto mágico" do técnico Parreira não funcionou em nenhuma das cinco partidas disputadas pelo Brasil nesta Copa do Mundo, na seleção da França a estrela de Zinedine Zidane brilhou intensamente na vitória de 1 a 0 que eliminou o Brasil nas quartas-de-final. Eleito pela Fifa o craque do jogo, Zidane usou e abusou de seu repertório de "feitiçaria" futebolística. Com dribles geniais e passes precisos, Zidane comandou a seleção francesa com elegância e eficiência. Chegou a aplicar um lençol no amigo e companheiro de Real Madrid, Ronaldo. Sem sofrer marcação especial por parte dos jogadores brasileiros, Zidane teve toda a liberdade que precisava para tocar a bola e ditar o ritmo de jogo. Velho Depois de amargar uma má temporada no Real Madrid que acabou sem a conquista de nenhum título, Zidane chegou na Copa desacreditado. Com 34 anos, o francês, que marcou dois gols na final da Copa de 98 contra o Brasil, chegou a ser chamado de velho por alguns e foi tido como ultrapassado. A má campanha da França na primeira fase com dois empates contra Suíça e Coréia do Sul e apenas uma vitória sobre o Togo, parecia comprovar que Zidane caminhava para uma aposentadoria inglória. Mas a recuperação do time francês com a vitória de 3 a 1 sobre a Espanha nas oitavas-de-final, mostrou um Zidane de volta à boa forma. Com a velha classe refinada ele fez a bola rolar de um lado para o outro do campo envolvendo os garotos do meio-campo espanhol, Fabregas, Garcia e Alonso. O belo gol marcado pelo veterano Zidane no final do jogo era uma indicação que o craque francês estava revigorado e que iria dar trabalho ao Brasil. No jogo deste sábado foi ele quem mais brilhou em campo, comandou o time, pôs o Brasil na roda e ainda cobrou a falta que acabou no gol que eliminou o Brasil. Depois do jogo de hoje Zidane ouviu apelos insistentes dos torcedores franceses para que desista de pendurar as chuteiras. Sem mudar a decisão tomada, Zidane disse que o objetivo do time ainda não foi alcançado. "Lutamos muito e merecemos a vitória. Agora, tentaremos um lugar na final. Não queremos parar. Isso tudo é muito bonito e queremos ir além." Se esta Copa, até então, não tinha um destaque nítido, um jogador que colocasse em prática toda a magia do futebol, as últimas atuações de Zinedine Zidane põem o craque francês como um forte candidato ao prêmio de melhor jogador do torneio. |
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