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Austrália vai partir com força total para cima do Brasil | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O treinador da Austrália, Guus Hiddink, afirmou neste sábado que não deve poupar os jogadores “pendurados” por cartões amarelos e vai partir com força total para cima do Brasil no jogo de domingo, em Munique. "Tenho que avaliar se lanço jogadores pendurados, mas acho que este jogo merece um time que obrigue o adversário a jogar. Queremos um bom resultado e deixar uma boa impressão”, afirmou o técnico, acrescentando que ainda não está preocupado com o terceiro jogo da seleção australiana, contra a Croácia. Entre os quatro australianos que foram punidos com o cartão amarelo está o meio-campista Tim Cahill, do clube inglês Everton, que entrou como substituto no jogo contra o Japão e acabou marcando dois dos gols na vitória por 3 a 1. O holandês disse ainda estar otimista para a partida, a mais importante na história do futebol australiano, apesar do evidente favoritismo do Brasil. Para Hiddink, depois de conseguir a sua primeira vitória em uma Copa do Mundo, a Austrália agora tem condições de causar um tropeço da Seleção Brasileira na partida que classificou como “hora da verdade”. “Podemos fazer um bom jogo. Todo mundo espera uma vitória brasileira, mas está nas nossas mãos fazer oposição.” Treino secreto A perspectiva de encarar estrelas da magnitude de Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo e Kaká parece não estar assustando os australianos, que realizaram um treino de reconhecimento do estádio de Munique a portas fechadas. Os jornalistas puderam acompanhar apenas os primeiros 15 minutos da sessão, que foram ocupados com aquecimentos físicos e rodas de “bobinho”. Ainda neste sábado, o atacante Jason Culina afirmou que “não existe isso de aura” do Brasil e lembrou que vários jogadores da equipe australiana já encararam grandes nomes do futebol antes. “É possível que se ficarmos em cima deles o tempo suficiente, eles acabem se desanimando”, disse o jogador do PSV Eindhoven, acrescentando que times que gostam de jogar bonito são os que ficam mais frustrados com a tática australiana. O capitão da equipe australiana, Mark Viduka, também mostrou otimismo, principalmente por causa do excelente resultado sobre o Japão, mas destacou que o seu time vai ter que jogar “muito bem” para conseguir um bom resultado. Viduka também adiantou que a tática da Austrália não deve sofrer grandes mudanças em relação ao confronto contra o Japão. “Antes de qualquer coisa, estamos muito bem fisicamente. Podemos jogar de igual para igual com os melhores”, afirmou o capitão, lembrando que a preparação para a Copa fez muitos jogadores pensarem que iriam “para a guerra”, de tão dura. Depois da boa atuação contra o Japão, milhões de pessoas devem acompanhar o jogo deste domingo na Austrália. O problema é que o jogo começa às 2h de segunda-feira no país. |
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