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Investir na AL pode passar da 'festa à siesta' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal Wall Street Journal afirma em sua edição desta quarta-feira que investir na América Latina "pode passar da festa à siesta". De acordo com o diário, investidores estão se perguntando se a queda nas ações dos mercados emergentes poderá interromper a oferta das ações de abertura de capital de empresas (as IPOs). As IPOs são um dos investimentos mais cobiçados por acionistas, uma vez que o preço dessas ações pode se multiplicar em um curto espaço de tempo. De acordo com o jornal, "o fim da festa IPO se deve a uma série de fatores que tem atormentado os mercados ao redor do mundo, como perspectivas de inflação alta, elevadas taxas de juros por parte dos Estados Unidos, bem como fatores específicos da América Latina, que incluem a ascensão de políticos populistas". Segundo o diário, essa combinação de eventos poderá fazer com que investidores busquem outras regiões onde poderão obter melhores retornos com menos risco e poderão provocar o adiamento de uma série de acordos já encaminhados. Na visão do Wall Street Journal, a situação atual difere da que até recentemente vigorava nos países latino-americanos. Segundo o jornal, há poucos anos, as ações latinas estavam em alta devido, principalmente, à demanda da Ásia por commodities da região, que iam de petróleo a minério de ferro. Acordo de Chávez O jornal Financial Times diz que o acordo russo-venezuelano para a construção da primeira fábrica de rifles automáticos Kalashnikov da América Latina "despertou temores em Washington". Segundo o jornal, o negócio para construir 100 mil unidades da "arma favorita das guerrilhas mundiais" na Venezuela poderá, no entender dos Estados Unidos "desestabilizar" a região. O jornal diz que o governo americano teme que as armas possam parar nas mãos de grupos pró-Chavez da Venezuela ou nas de rebeldes colombianos. Copa para iniciantes O jornal americano Washington Post traz um guia sobre a Copa do Mundo para leitores que não entendem nada de futebol. Além de informações 'didáticas', como "se após 90 minutos, o jogo permanece empatado, o resultado é um empate", há também várias dicas curiosas. O diário afirma que as partidas da competição serão transmitidas em algumas das principais emissoras do país e também em emissoras americanas de língua espanhola. "Você saberá que deixou de ser um novato em futebol quando preferir a transmissão em espanhol...mesmo sem entender a língua." O jornal também explica que "o Brasil, que já foi campeão cinco vezes, é sempre o favorito". O Post acrescenta que "o Brasil é conhecido por sua excelência em campo e que seus jogadores são conhecidos por seus nomes artísticos - de um modo geral alcunhas de um nome só dadas pelos próprios jogadores. Pelé, considerado o maior jogador de todos os tempos, é conhecido simplesmente como Pelé - porque provavelmente você não conseguiria se lembrar do nome completo dele (Edson Arantes do Nascimento)". |
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