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Austrália vai monitorar corais com sensor nuclear | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cientistas estão implementando uma rede de sensores na Grande Barreira de Corais da Austrália para monitorar e tentar impedir a degradação do sistema. Os sensores “inteligentes” foram originalmente desenvolvidos para o uso em usinas nucleares. O atual projeto, tocado pelo Instituto Australiano de Ciência Marinha (Aims, na sigla em inglês) junto com a Universidade James CooK, tem como objetivo observar eventuais problemas antes que eles destruam os corais. Os sensores podem se comunicar entre si e monitorar alterações como a perda de cor dos corais. Salinidade, temperatura e nível de nutrientes na água também serão medidos. Ação "Um dos problemas é nossa tendência (dos cientistas) de monitorar as coisas após elas terem acontecido, vendo portanto mais os efeitos do que as causas", diz Scott Bainbridge, coordenador de tecnologia e dados do Aims. "Um bom exemplo disso é o desbotamento dos corais", disse ele. "Quando a temperatura aumenta, vemos os corais se tornando brancos e começamos então a fazer medições quando não há mais nada a se fazer." "O que precisamos é monitoramento constante desses sistemas." A intenção final é que o monitoramento ajude na preservação dos corais. |
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