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Atualizado às: 20 de dezembro, 2005 - 22h33 GMT (20h33 Brasília)
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Seguradoras perdem US$ 80 bi com desastres
Prejuízo causado pelo furacão Wilma.
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Uma avalanche de catástrofes, tanto naturais como provocadas pelos seres humanos, fez de 2005 o ano mais custoso para as seguradoras, além de matar 112 mil pessoas.

De acordo com a Swiss Re, a segunda maior resseguradora do mundo, as perdas totais causadas por desastres e catástrofes somaram US$ 225 bilhões, a maior parte não coberta por seguro.

Os prejuízos totais cobertos por seguro alcançaram US$ 80 bilhões, basicamente em perdas de propriedades. É o maior valor já pago pelas seguradoras.

Quase 90% da cifra foram relacionados a perdas provocadas por inundações. Apenas o furacão Katrina, que castigou o sul dos Estados Unidos em agosto, deve levar as seguradoras a desembolsar US$ 45 bilhões.

Anteriormente, a catástrofe mais cara para as seguradoras tinha sido o furacão Andrew, em 1992, que custou US$ 22 bilhões, seguida pelos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, cujos prejuízos segurados atingiram US$ 21 bilhões (a preços corrigidos para 2005).

Tragédia no Paquistão

O poderoso terremoto ocorrido em outubro passado no Paquistão custou menos, US$ 5 bilhões, mas provocou a morte de 87 mil pessoas, 97% do total de 90 mil pessoas que perderam suas vidas em tremores terrestres em 2005.

“O elevado número de vítimas nesses eventos é conseqüência do alto nível de movimentação sísmica, mas também de precários padrões de edificação nas regiões afetadas”, disse a Swiss Re em um comunicado.

Ainda não foram contabilizadas as perdas causadas pelo incêndio em um depósito de combustível no norte de Londres entre os últimos dias 11 e 13.

Segundo a resseguradora, que tem sua sede em Zurique, na Suíça, a completa escala das catástrofes em 2005 ainda não foi totalmente avaliada, mas a tendência de grandes prejuízos aparentemente prosseguirá.

Para a Swiss Re, a tendência é resultado de uma série de elementos. Entre eles, o crescente adensamento das populações e a expansão da atividade de construção em áreas expostas a fenômenos naturais, como terremotos e furacões.

O período de tempo mais quente que o normal, iniciado nos anos de 1990, e a recente alta freqüência de furacões inspira pouca esperança de que esta tendência seja revertida logo.

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