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Atualizado às: 03 de dezembro, 2005 - 11h18 GMT (09h18 Brasília)
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Após bombas, Chávez põe Exército em alerta
Venezuelanos pedem informações nas ruas sobre as eleições de domingo
Venezuelanos pedem informações nas ruas sobre as eleições
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou ter colocado as Forças Armadas do país em alerta para evitar “qualquer violência ou intenção (de violência)” por parte da oposição nas eleições deste domingo.

O anunciou foi feito em cadeia de rádio e televisão no final da noite de sexta-feira.

O anúncio ocorreu após duas bombas explodiram em um quartel do Exército venezuelano em Caracas – as explosões só causaram danos materiais.

Neste sábado, segundo o site do jornal local El Mundo, outro explosivo foi encontrado em frente da Universidade Central da Venezuela, em Caracas. A bomba de fabricação caseira foi desativada pela polícia, que afirmou tratar-se de mais um protesto contra as eleições.

Chávez acusou a oposição de querer gerar “atos de violência” com o intuito de conturbar as eleições parlamentares. O presidente venezuelano afirmou ainda que o pedido de boicote das eleições é “golpista” e que a intenção por trás da ação é desestabilizar o país e seu governo.

Em seu discurso, Chávez também voltou a acusar os Estados Unidos de dar apoio a “uma campanha de sabotagem eleitoral”, algo que foi negado pelo porta-voz do Departamento de Estado americano, Tom Casey.

A maioria dos partidos de oposição – cinco – optou por boicotar as eleições, alegando que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) é controlado pelo governo e que o sistema de votação eletrônica do país é pouco confiável.

Os opositores pedem o adiamento das eleições e a reavaliação do sistema eletrônico.

Funcionários do órgão eleitoral negam as acusações e dizem que a eleição para as 167 cadeiras do Congresso ocorrerão como planejado.

O líder do principal partido de oposição, Ação Democrática, Henry Ramos, disse a jornalistas que há "irregularidades" no programa de computador nas máquinas eletrônicas de votação.

Ramos também citou a falta de acesso às listas oficiais de votação e uma "profunda" desconfiança com o trabalho do CNE.
Representantes do conselho vêm negando repetidamente a acusação de que defendem o governo.

As autoridades já removeram as máquinas de identificação de impressões digitais nos postos de votação após líderes da oposição terem dito que o sistema ameaçava a confidencialidade do voto.

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