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Atualizado às: 14 de novembro, 2005 - 19h55 GMT (17h55 Brasília)
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Queda do dólar ameaça empresas, diz Furlan nos EUA

Fernando Furlan
Ministro criticou subsídios agrícolas da Europa em Nova York
O ministro do Desenvolvimento, Fernando Furlan, disse nesta segunda-feira em Nova York que a contínua queda na cotação do dólar pode ameaçar as empresas brasileiras do setor exportador.

“Muitas empresas que estão fazendo o planejamento para 2006 estão bastante preocupadas. Principalmente as pequenas e médias empresas não têm como sustentar um fluxo de comércio no longo prazo com resultados deficitários”, declarou Furlan.

Furlan acrescentou que a simples “compra de dólares no mercado à vista (pelo Tesouro Nacional) não tem aliviado a pressão sobre a taxa de câmbio”.

Nos últimos seis meses, o dólar comercial acumulou uma queda de 12,7% diante do real.

Críticas à União Européia

Furlan também criticou a União Européia ao comentar o impasse em torno das negociações para a redução dos subsídios agrícolas às vésperas do encontro da OMC (Organização Mundial do Comércio) em Hong Kong, em dezembro.

“Não dá pra ficar fazendo jogo de cena por questões internas da União Européia, como eleições que ocorrerão na França, agora misturando inclusive com essa questão das turbulências com a imigração pra colocar pressão sobre nós.”

Para Furlan, um fracasso do encontro da OMC em dezembro mostraria a incapacidade de os negociadores gerarem benefícios após quatro anos de discussões.

Contudo, o ministro evitou classificar a reunião de Hong Kong “como um fracasso a priori”, reiterando que o resultado da próxima reunião da OMC dependerá em grande parte da redução dos subsídios agrícolas pelos países ricos.

“Todo mundo vê a concessão de subsídios agrícolas como uma coisa inamistosa, que pertence ao passado”, afirmou.

Segundo ele, Brasil e Estados Unidos têm sinalizado que poderiam avançar em suas posições sobre a política industrial, o reconhecimento da propriedade industrial e o corte de subsídios agrícolas.

O ministro participou nesta segunda-feira em Nova York do “Dia do Brasil”, um evento para promover companhias brasileiras para investidores internacionais.

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