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China fala em 'crescer menos para combater desigualdade' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da China está propondo reduzir o crescimento econômico do país ao mesmo tempo em que combate a desigualdade entre ricos e pobres, que é cada vez maior. As propostas fazem parte de um plano econômico para os próximos cinco anos que foi apresentado em um encontro do Partido Comunista Chinês neste mês e cujos detalhes estão emergindo agora. A mídia estatal chinesa diz que o plano dá ênfase a iniciativas para a criação de empregos, a prevenção da degradação ambiental e a melhoria dos serviços sociais. Além disso, aborda temas como o aumento da eficiência dos agentes econômicos e uma forte redução do consumo de energia. Linhas mestras A idéia dos líderes chineses, segundo a mídia estatal, é promover o crescimento sustentado e lidar com a desigualdade entre ricos e pobres e entre as cidades e as regiões rurais. Hoje em dia são cada vez mais comuns distúrbios em várias partes do país motivados por problemas como o aumento da desigualdade, a corrupção, a falta de qualidade dos serviços públicos e a poluição. As autoridades temem que um crescente descontentamento possa ameaçar a sua permanência no poder. Mas as propostas analisadas nesta semana oferecem apenas as linhas mestras do que devem ser os objetivos da política econômica chinesa. O desenvolvimento e a adoção de medidas concretas capazes de enfrentar alguns dos mais duros desafios que se apresentam à China prometem ser muito mais complicados. |
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