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Londres vive megaoperação policial nesta quinta-feira | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma grande operação policial está em andamento em Londres para evitar que novos ataques sejam tentados quatro semanas depois das explosões que mataram 56 pessoas na cidade. Mais de seis mil policiais, muitos deles com armas de fogo, devem trabalhar no patrulhamento de estações de metrô e lugares considerados estratégicos nesta quinta-feira. O policiamento ostensivo visa transmitir segurança às pessoas, enquanto policiais à paisana vão se misturar aos usuários dos sistemas de metrô e de ônibus para tentar flagrar qualquer eventual ataque. Além de marcar exatamente quatro semanas dos ataques de 7 de julho, nesta quinta-feira também se completam duas semanas dos atentados frustrados de 21 de julho na capital britânica. Suspeito na Itália Na Itália, foi marcada para o próximo dia 17 uma audiência judicial para avaliar o pedido britânico de extradição de Hamdi Issac, também conhecido como Osman Hussain, que é acusado de envolvimento em um ataque frustrado à estação de Shepherd’s Bush, no dia 21 de julho. Analistas dizem que o assunto é delicado, pois as autoridades italianas estão estudando a possibilidade de que ele seja julgado no próprio país por acusações de terrorismo. Mas a polícia londrina quer acelerar sua volta à Grã-Bretanha por meio de um novo sistema de mandados de prisão em vigor na União Européia. Para analistas, o fato de que a audiência foi marcada para um prazo que não é longo pode indicar que as autoridades italianas estão dispostas a levar o caso em frente. Metrô A linha de metrô Piccadilly, que estava fechada desde os primeiros ataques, foi reaberta nesta quinta-feira. Com isso, segundo o órgão de gestão do sistema metroviário londrino, todas as estações da cidade estão em operação no momento. O comissário-assistente de polícia, Tarique Ghaffur, disse que outras investigações que estão sendo realizadas pela polícia britânica estão sendo afetadas pela prioridade dada ao caso dos ataques com bombas em Londres. Segundo ele, uma grande quantidade de detetives foi deslocada para trabalhar nesta investigação, o que faz com que outras apurações de casos de homicídios tenham que ser desenvolvidas a lentidão. A investigação dos ataques a bomba também motivou a convocação de agentes de fora de Londres, e policiais que haviam se aposentado foram convencidos a voltar ao trabalho. |
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