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Na Turquia, Alex diz que pode ser titular na Alemanha | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mesmo com a profusão de craques buscando uma vaga no meio-campo do time de Carlos Alberto Parreira, Alex, do Fenerbahce, disse nesta quarta-feira acreditar que pode ser titular da seleção brasileira na próxima Copa do Mundo. "Eu estou confiante sei que tem uma disputa grande. Acredito que na posição tem uma briga de duas vagas para quatro ou cinco jogadores. Mas, mesmo assim eu acho que posso brigar por uma posição na equipe, até mesmo de titular", diz o ex-jogador do Palmeiras e Cruzeiro em entrevista à BBC Brasil. Ele estréia na sexta-feira no campeonato turco de olho na Copa do Mundo. A expectativa é repetir a boa temporada, como a do ano passado, e chegar em alta até às vésperas da Copa do Mundo. "O momento final da Copa do Mundo é analisado por como você está, principalmente naquele momento. Estar bem de agora até maio é super importante. A gente tem que largar bem, para ir melhorando no dia-a-dia e quando ir afunilando perto da Copa do Mundo, estar em posição de destaque," disse Alex. Vantagem Na opinião do meio-campo, não existe jogadores em vantagem para uma vaga na Seleção. Alex acredita que o fundamental vai ser garantir uma boa temporada, já que vai contar muito mais a opinião pessoal do técnico Carlos Alberto Parreira e da comissão técnica. Para garantir uma nova boa temporada, Alex acha que o Fenerbahce, atual campeão turco, precisa repetir a fórmula do ano passado: largar na frente, garantindo a liderança com tranquilidade. Alex tem um contrato de três temporadas com o Fenerbahce. Entrando no segundo ano, o meia confessa que o início foi difícil, mas que hoje já se sente mais adaptado. "Os quatro ou cinco primeiros jogos foram difíceis. É um futebol diferente do que eu conhecia. Aí, conversei com o treinador e fui assimilando no dia-a-dia as diferenças. Assim, as coisas foram acontecendo, "disse o meio-campo. O futebol turco tem muito a crescer - ainda tem uma distância dos grandes campeonatos do mundo - mas acho que essa diferença vai diminuir ainda mais. Vivendo com a esposa, a filha e uma ajudante em Istambul, Alex não reclama das diferenças e diz que a comunicação ficou mais fácil já que vem estudando inglês, pensando no futuro. E, sobre o futuro Alex diz não ter nenhum plano. "Não tenho idéia. Procuro viver o dia-a-dia. Procuro pensar no campeonato desse ano. E se for para acontecer tem que ser algo de concreto. Se for concreto eu sento e analiso e vejo o que é melhor para a minha carreira. " Adaptação Mesmo se dizendo adaptado a vida na Turquia, Alex confessa que ainda se assusta com o assédio fervoso dos torcedores turcos. "Não me acostumei com a vida de ídolo. Às vezes eles colocam o clube acima da família, de qualquer situação. Às vezes me pego assustado mas já aprendi a ver como eles colocam o time acima de qualquer coisa ". A reação mais calorosa dos torcedores chega a ser considerada exagerada pelo meia. "Não vou mentir não, mas tem situação que assusta. O Brasileiro é caloroso mas aqui há um exagero. Os sustos são em relação a idolatria, que é bem diferente." "Mesmo assim, é gratificante já que essa idolatria está acontecendo de maneira boa, completa o jogador que só precisou de uma temporada para se tornar ídolo do Fenerbahce", concluiu. |
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