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Crise deixa governo 'cambaleante', diz Economist | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As acusações de corrupção feitas pelo deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), "verdadeiras ou não, deixaram o governo Lula cambaleante", diz artigo na edição desta semana da revista The Economist. Segundo The Economist, em relação às denúncias, "pouco foi provado até agora, quase tudo foi negado". "Ainda assim, um escândalo crescente de corrupção que começou com um pagamento de mil dólares a um funcionário do correio tirou o estofo do governo". Para a revista, se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "realmente quisesse limpar" a política brasileira, enxugaria o Estado. Outro Jefferson "Privatização colocaria empregos em bancos estatais, seguradoras e empresas de geração de energia fora do alcance dos políticos", diz o artigo. "Mas Lula e o PT não esperaram quase um quarto de século pelo governo para presidir um governo menor, com menos poder. Suas boas intenções, eles presumiram, seriam reforma suficiente". No título do artigo, a revista faz um trocadilho com Thomas Jefferson, um dos patronos da democracia americana: "Democracia Jeffersoniana, em estilo tropical". A revista observa que o caso levou à renúncia de José Dirceu, "arquiteto da vitória do PT nas eleições de 2002", do cargo de ministro-chefe da Casa Civil. |
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