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Crise não deve afetar política econômica, diz FT | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Brasil estabeleceu "metas ambiciosas" para a inflação em 2007, diz uma reportagem do jornal britânico Financial Times nesta sexta-feira. Segundo a reportagem, o fato de o Conselho Monetário Nacional ter estabelecido a meta para 4,5% (com uma margem de 2% de variação para cima ou para baixo) é um "sinal para os investidores de que a recente crise política não influenciará a política monetária". O correspondente do Financial Times em São Paulo, Raymond Colitt, diz ainda que a decisão de jogar para baixo as metas de inflação ocorrem "apesar da indústria e dos líderes trabalhistas, assim como os líderes mais radicais de esquerda do governo, quererem uma meta mais flexível". Mas que o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, é da teoria de que "o crescimento não é sustentável com inflação alta", diz o jornal. China As ofertas de companhias estatais chinesas para comprar duas grandes empresas americanas, a Unocal (de energia) e a Maytag (de eletrodomésticos), são destaque na imprensa da Europa e dos Estados Unidos. Para um analista do jornal americano Christian Science Monitor, Robert Marquand, as ofertas sugerem que a "bofetada de crescimento econômico da China bateu mais forte e mais rápido do que muitos otimistas previam". Para o analista do jornal, à medida em que a China força cada vez mais a sua entrada no mercado mundial, com sua "disposição para aceitar mais riscos e exposição", os Estados Unidos podem ver as suas "leis e sentimentos políticos de livre mercado sacudidos". O analista aposta em uma possível crise política mais acentuada entre os dois países. O Financial Times dedica uma página ao caso. Um grupo de analistas escreve que a crescente aposta da China em mercados americanos tem o objetivo de levar o país a adquirir experiência por meio de empresas de países desenvolvidos. "A chegada de compradores chineses traz comparações evidentes com o fluxo de investidores japoneses aos Estados Unidos no fim dos anos 80 e início dos 90, que coincidiu com medos semelhantes de um crescente domínio econômico da Ásia", dizem os analistas. Gardel O diário argentino El Clarín traz um suplemento especial sobre o cantor de tango Carlos Gardel, que morreu há exatos 70 anos nesta sexta-feira - depois de sofrer um acidente de avião na Colômbia. "O cantor que ninguém pode superar", é a manchete do especial. O Clarín ouviu diversos músicos argentinos ("de tango, ópera, rock") que concordaram que o timbre peculiar do argentino tornaram-no insuperável. |
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