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Maratonistas disputam prova na base do monte Everest | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A prova talvez não seja tão dura quanto chegar ao topo do monte Everest, mas os 42 km da maratona ao lado do "topo do mundo" é talvez o maior desafio para um atleta. A prova começa a uma altitude de quase 5.500 metros, num acampamento na base do Everest. O ar naquela região é duas vezes mais rarefeito que ao nível do mar. Há neve e gelo em toda parte. Os participantes vão trilhar um caminho que é quase todo montanha abaixo – há, porém, alguns trechos difíceis de subida. Eles vão passar por enormes rochedos e glaciares, monastérios budistas isolados, pontes precárias e florestas. A linha de chegada estará a cerca de 2 mil metros abaixo do ponto de largada, num vilarejo movimentado chamado Namche Bazaar. Entre as dezenas de participantes estão por volta de 30 estrangeiros. O organizador da prova, Bikrum Pandey, afirma que os moradores locais, mais acostumados à vida na altitude, devem chegar na frente. Helicóptero A maratona, que acontece pelo terceiro ano, ocorre num momento em que outra notícia interessante circula na região: na semana passada, a empresa fabricante de helicópteros Eurocopter anunciou que uma de suas aeronaves pousou no topo do Everest em meados de maio. Na verdade, na versão da companhia européia, foram dois pousos – numa das vezes, o helicóptero permaneceu estacionado por dois minutos. Caso isso seja mesmo verdade, esta seria a primeira vez que um helicóptero pousa no pico mais alto do planeta. |
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