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Atualizado às: 03 de maio, 2005 - 16h36 GMT (13h36 Brasília)
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OMS registra progresso no combate à malária
Mosquito que transmite a malária
Na África, a malária mata mais crianças do que o vírus HIV
Mais pessoas estão tendo acesso a serviços de prevenção e tratamento contra a malária, segundo um relatório divulgado nesta terça-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Unicef (fundo da ONU para infância e adolescência).

O levantamento – o primeiro sobre a doença em escala mundial – indica que houve progresso no combate contra a malária desde 2000.

Mais pessoas estariam protegidas com as redes tratadas com inseticida – um método eficaz de prevenção contra a malária – e muitas estão sendo tratadas com remédios novos no mercado.

Na África, região onde há maior incidência da doença, aumentou em dez vezes o número de redes distribuídas nos últimos três anos. Na Zâmbia, por exemplo, pelo menos 80% das crianças com menos de cinco anos de idade já dormem sob as redes.

"Muitos países estão evoluindo em seus programas de controle da malária e mesmo aqueles com recursos limitados e alta incidência da doença agora têm uma melhor oportunidade de combatê-la", disse Lee Jong-Wook, diretor-geral da OMS.

Em função da dificuldade em coletar informações em muitos dos países afetados pela doença, o relatório diz que ainda é muito cedo para apresentar números exatos sobre as recentes campanhas de prevenção.

Metas do Milênio

Mas o relatório da OMS e do Unicef não traz apenas boas notícias sobre o combate à malária – doença que mata um milhão de pessoas a cada ano.

"A malária ainda é a doença infecciosa que tira mais vidas de crianças na África do que qualquer outra. Mata três vezes mais do que o HIV", destacou Ann M. Veneman, diretora-executiva do Unicef.

"Se quisermos reduzir dramaticamente as mortes de crianças na próxima década, precisamos focar mais no combate à malária."

As Metas de Desenvolvimento do Milênio, traçadas pela ONU, incluem a redução da incidência de malária na população mundial.

Porém, o relatório diz que o maior obstáculo para atingir tal meta é a falta de recursos financeiros.

Seriam necessários US$ 3,3 bilhões por ano para combater a doença nos 82 países onde há o maior números de infectados.

Neste ano, contudo, US$ 600 milhões foram destinados para o controle da malária.

De acordo com o levantamento, desde 2003 entre 350 e 500 milhões de pessoas ao redor do mundo foram infectadas com a malária.

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