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Japão deve encarar história 'de frente', diz premiê chinês | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, disse que o Japão precisa "encarar a sua história de frente", fazendo referência a uma polêmica que vem abalando as relações entre os dois países. "Eu acho que o principal ponto na relação entre China e Japão é que o Japão precisa encarar a sua história de frente", disse Wen em Nova Déli, na Índia, onde estava em visita oficial. "No século passado, a guerra de agressão perpetrada pelo Japão causou tremendo sofrimento na China, na Ásia e no mundo todo." Nos anos 1930 e 1940, o Japão ocupou militarmente extensas áreas da China e outros países asiáticos, dos quais se retirou após sua derrota na Segunda Guerra Mundial. Conselho de Segurança Nos últimos dias, manifestantes têm tomado as ruas da China para protestar contra a campanha japonesa para que o país consiga uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU – posição que a China já possui. "Nós temos visto recentemente protestos e manifestações em grande escala em países vizinhos do Japão, incluindo a China", disse Wen. "Eu acho que as fortes reações do povo asiático deveria fazer o governo japonês fazer uma pausa para uma profunda reflexão." A China também tem criticado o Japão pela aprovação de livros didáticos que teriam mascarado o papel desempenhado pelo país em conflitos militares. No fim de semana, manifestantes atacaram propriedades e cidadãos japoneses na China, o que o primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, qualificou como fatos "extremamente lamentáveis". |
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