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Bush liga pra Kirchner e fala sobre Venezuela e Bolívia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, telefonou, nesta terça-feira, para o seu colega argentino, Nestor Kirchner. Segundo informações da Casa Rosada, reproduzidas pela imprensa argentina, Bush ligou para dizer que está “preocupado” com a situação de Venezuela e Bolívia. Kirchner teria respondido, segundo assessores, que vai continuar dialogando com o “governo democrático” do presidente Hugo Chávez. A conversa teria durado 20 minutos e ocorreu no dia em que os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, da Espanha, José Luis Zapatero, e da Colômbia, Álvaro Uribe, se reúnem com Chávez na Venezuela. Rumsfeld Na semana passada, durante visita à Argentina, antes de embarcar para o Brasil, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, não foi recebido por Kirchner. A agenda do encontro, segundo o ministro da Defesa argentino, José Pampuro, tratou de questões regionais, sem citar especificamente a Venezuela – preocupação revelada oficialmente por Rumsfeld, durante sua visita ao Brasil. Analistas argentinos entendem que a questão da Venezuela, incluindo sua compra de armamentos, está fazendo com que o governo Bush volte os seus olhos para a América Latina, região que, dizem, esteve em segundo plano no primeiro mandato do presidente americano, quando o ataque ao Iraque ganhou maior proeminência na política externa de Washington. Em relação à Bolívia a questão é institucional, segundo os mesmos analistas, depois que o presidente Carlos Mesa anunciou que renunciaria, mas teve o pedido negado pelo Congresso Nacional. O mesmo Parlamento rejeitou igualmente seu pedido para antecipar as eleições presidenciais. |
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