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China aumenta orçamento militar em 12% | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A China anunciou nesta sexta-feira um aumento de mais de 12% em seu orçamento de defesa, o que ainda deve ser aprovado por uma sessão do Parlamento chinês que tem início neste sábado. Jiang Enzhu, porta-voz do Parlamento, minimizou o significado do aumento, que vai elevar os gastos militares para 247,7 bilhões de yuan (cerca de US$ 29,9 bilhões). Ele afirmou que o aumento é necessário para melhorar o salário dos soldados e cobrir custos sociais do corte de 200 mil funcionários. Mas o anúncio coincide com o debate no Parlamento chinês da chamada lei anti-secessão, que tem o objetivo de conter qualquer pedido de Taiwan por uma independência formal. A China sempre disse que vai se opor à independência, usando a força se necessário. O anúncio do aumento dos gastos militares também pode, segundo especialistas, preocupar os Estados Unidos, de olho na modernização militar da China. O governo americano está preocupado com a consideração européia de suspender o embargo de venda de armas à China. As forças armadas da China não lutam uma guerra desde 1979, quando foram humilhadas pelos vietnamitas, e o anúncio desta sexta-feira é apenas o último de uma série de infusões regulares de dinheiro em uma tentativa de modernização e aprimoramento. Enzhu adicionou que os gastos de defesa da China eram muito menores do que o de outros grandes centros de poder e negou que o objetivo do país é usar esse aumento contra Taiwan. |
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