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Governo Lula 'não esteve à altura das expectativas', diz Libération | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal francês Libération publica reportagem segundo a qual o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega à metade de seu mandato “ainda amigo do rigor” na área econômica. Segundo o jornal, a declaração de Lula de que 2005 será o ano do desenvolvimento e da inclusão social foi uma forma de admitir que, até o momento, o seu governo “não esteve à altura das expectativas”. O Libération critica ainda a atual política ambiental, citando como aspectos negativos a legalização das culturas transgênicas de soja e o fato de que o governo “fecha os olhos à destruição da Amazônia” a fim de agradar a agroindústria. Mas o jornal também diz que houve avanços na primeira metade do governo Lula, e cita entre eles a adoção de cotas para o ingresso de jovens menos favorecidos nas universidades e o programa Bolsa-Família. Robinho e Luxemburgo O diário esportivo espanhol As diz que o Real Madrid já acertou com o Santos a contratação do astro Robinho. De acordo com o jornal madrilenho, que faz uma cobertura simpática ao Real Madrid, o time do técnico Wanderlei Luxemburgo vai pagar 18 milhões de euros (R$ 65 milhões) pelo craque santista. De acordo com o As, que também tem dito que o Real Madrid pode contratar o atacante Adriano, da Inter de Milão, foi o próprio Robinho que decidiu optar pela equipe madrilenha, em detrimento do Chelsea, da Inglaterra, e do Benfica, de Portugal. A boa notícia para os torcedores santistas é que, segundo o jornal, o Madrid acertou incorporar Robinho ao time só a partir da próxima temporada, liberando o jogador para participar com o Santos da Copa Libertadores da América. SOS Annan O The New York Times diz que foi realizada recentemente uma reunião de pesos-pesados das relações internacionais em Nova York com o objetivo de achar formas de salvar o segundo mandato de Kofi Annan à frente da ONU. De acordo com o jornal, durante três horas e meia Annan ouviu, sem meias palavras, conselhos no sentido de reverter o que os participantes consideram ter sido erros cometidos nos dois últimos anos e que eclipsaram os sucessos de seu primeiro mandato. Dois pontos emergiram como essenciais da reunião: a necessidade de remendar as relações com os Estados Unidos e de melhorar o seu relacionamento com as pessoas que trabalham na própria ONU. Na semana seguinte à reunião, segundo o jornal, Annan solicitou – e conseguiu – uma audiência com a futura secretária de Estados americana, Condoleezza Rice. Tsunami E jornais de várias partes do mundo comentam o que parece ser a tomada de impulso dos esforços internacionais para ajudar os países atingidos pelos tsunamis da semana passada. Em editorial, o Le Figaro, de Paris, diz que, neste começo de ano, “todos nos sentimos um pouco asiáticos” e lança uma campanha para conseguir fundos para ajudar as vítimas da tragédia. Já o americano The Christian Science Monitor diz que, ao alcançar US$ 2 bilhões prometidos por vários países, a comunidade internacional está mostrando “níveis de compaixão sem precedentes” e também está revertendo críticas feitas logo após o desastre. E o britânico The Guardian pergunta em sua manchete: “US$ 2 bilhões foram prometidos. Mas será que o mundo vai cumprir as suas promessas?”. |
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