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Mulher vira diretora de empresa pela 1ª vez na Arábia Saudita | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Acionistas de um dos maiores bancos da Arábia Saudita escolheram uma importante empresária para integrar a diretoria da empresa, o que a torna a primeira mulher a ocupar a posição no país. O país tem leis rígidas que proíbem homens e mulheres sem parentesco a se misturar e que restringem a participação da mulher na vida pública. Porém, a eleição de Lubna al Olayan para a diretoria do Banco Saudi Hollandi, a primeira mulher na diretoria de uma empresa de capital aberto do país, é resultado de seu sucesso pessoal. A notoriedade de Olayan nos negócios se deve muito ao apoio de sua riquíssima família. Embora sua condição seja excepcional, ela está abrindo um caminho que muitas mulheres gostariam de seguir. Se por um lado as mulheres compõem mais de metade de todos os estudantes universitários do país, por outro integram apenas 5% da força de trabalho. Sem direito a voto Leis rígidas em relação à segregação dos sexos fazem com que a contratação de mulheres seja muito cara, já que os empregadores têm de providenciar locais de trabalho separados dos homens. Os poderosos religiosos conservadores da Arábia Saudita permanecem extremamente atentos a qualquer tentativa de derrubar as restrições às mulheres. A própria Olayan foi extremamente criticada quando realizou um discurso durante o qual fez um apelo apaixonado por igualdade no emprego. Este ano, o príncipe Abdullah ordenou as agências governamentais a facilitar a contratação de mulheres, mas os progressos permanecem lentos. O anúncio feito recentemente de que mulheres não seriam nem permitidas a votar nas eleições locais do ano que vem pôs um fim aos planos de algumas profissionais de se candidatar. |
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