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Annan pede ajuda, mas faz crítica velada ao Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, apelou à comunidade internacional para que se una com o objetivo de ajudar o Iraque. Annan abriu a conferência internacional sobre o futuro do Iraque, que está se realizando no balneário de Sharm el Sheikh, na costa do Mar Vermelho, no Egito. O secretário-geral da ONU também fez uma crítica velada às operações militares em Falluja. Ele disse que as autoridades iraquianas têm o direito de manter a lei e a ordem, e que ninguém espera que eles cedam ao terrorismo, mas que elas deveriam pesar o impacto de suas ações. Reconciliação "A grande insegurança que reina no Iraque, incluindo os atos indiscriminados de terrorismo, é o maior obstáculo para o êxito do processo de transição", disse Annan. "Restabelecer a segurança é essencial. As autoridades iraquianas têm o direito, mas também o dever, de guardar a lei e a ordem em todo o território nacional." "Ninguém pode esperar que erradiquem o terror, mas devem conseguir que (o combate ao terror) tenha o menor impacto nesse processo de transição." Annan também disse que, com a aproximação das eleições, todos os esforços devem ser feitos para convencer os vários grupos iraquianos a tomar parte no processo de reconciliação nacional. O secretário ofereceu o respaldo da ONU ao processo eleitoral no Iraque, mas ressaltou que isso deve acontecer "em um ambiente apropriado". |
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