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Annan 'inocenta' França, Rússia e China | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretario-geral da ONU, Kofi Annan, desmentiu informações de que França, Rússia e China teriam se preparado para abrandar as sanções impostas ao Iraque em troca de contratos petrolíferos. De acordo com o secretário da ONU, tal hipótese seria "inconcebível". "Você não está lidando com repúblicas de bananas", afirmou Annan em entrevista à TV britânica. "Não acredito que os governos russo, francês ou chinês se permitiriam ser comprados porque algumas de suas companhias estariam conseguindo contratos com autoridades iraquianas. Não acredito nisso mesmo", disse o secretário-geral. Relatório Recentemente, um grupo de inspetores americanos que buscava armas de destruição em massa no Iraque divulgou um relatório que lançou suspeitas sobre os três países. Tanto a Rússia como a França e a China foram contrários à guerra do Iraque. Ainda segundo o relatório, Saddam Hussein manipulou o programa da ONU conhecido como Petróleo por Comida para tentar obter apoio ao fim das sanções. Paul Volcker, um ex-presidente do Banco Central Americano, está investigando as acusações feitas no documento. |
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