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Sem água e luz, maioria da população deixa Falluja | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Nas semanas que antecederam o grande ataque à Falluja, a vida para a população da cidade já havia se tornado mais extrema. Os estoques de comida estão acabando, e as lojas fecharam em antecipação à invasão. O bombardeio americano das últimas semanas atingiu a principal gerador de eletricidade da cidade, e a população está sem luz. O fornecimento de água também foi cortado. As ruas mostram as crateras abertas pelos bombardeios aéreos. Crise financeira A população, especialmente mulheres e crianças, tende a permanecer em casa por medo de ser confundida com alvos militares. Os médicos dizem que os medicamentos no principal hospital, sob controle americano desde domingo, estão acabando. A maioria da população deixou a cidade, alguns para outras partes do Iraque, outros para países vizinhos. As atividades econômicas sofreram uma grande diminuição desde o primeiro cerco à cidade, em abril. Isso significa que a maioria das pessoas está passando por grandes dificuldades financeiras, e muitos foram viver com familiares na capital, Bagdá. Em parte por causa dos refugiados de Falluja, os preços dos aluguéis em Bagdá dispararam recentemente. |
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