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Obesidade custa US$ 275 mi a empresas aéreas dos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um estudo do governo dos Estados Unidos concluiu que o aumento de peso do americano médio custa US$ 275 milhões por ano às empresas aéreas do país. Os autores da pesquisa afirmam que o problema é uma conseqüência inesperada da obesidade nos Estados Unidos. O relatório, do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, afirma que aviões que transportam passageiros mais pesados precisam de mais combustível para decolar. Com o aumento nos preços do petróleo, as empresas aéreas acabam sendo obrigadas a arcar com um prejuízo maior. Peso extra O estudo diz que o americano médio engordou quatro quilos e meio ao longo da década de 90. O peso extra levou os aviões a queimar 1,5 bilhão de litros extras de combustível apenas em 2000. Queimar todo esse combustível também tem um custo ambiental. Há dois anos, a Texan Southwest Airlines começou a cobrar duas passagens de pessoas mais gordas, mas a medida não foi seguida por outras empresas. Algumas companhias aéreas dizem que estão reduzindo o peso que transportam substituindo os talheres de metal por outros de plástico. Outras empresas também estão deixando de fornecer revistas para leitura a bordo para aliviar o peso. Especialistas alertam para o fato de que os Estados Unidos estão à beira de uma epidemia de obesidade, com todos os riscos de saúde decorrentes desse problema. |
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