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McDonald's contra-ataca filme sobre fast food | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A rede de lanchonetes McDonalds' da Austrália começou uma ofensiva publicitária para se defender das críticas de um documentário que mostra a experiência de um homem que só come fast food por um mês. "Viu aquele filme?", pergunta o site da empresa na internet, como parte da campanha que se propõe a separar "os fatos da ficção". O documentário "Super Size Me" ("Eu em supertamanho", em tradução livre) mostra a perda de saúde do próprio diretor Morgan Spurlock depois de um mês comendo apenas no McDonald's. Em sua estréia na Austrália, o filme quebrou os recordes de bilheteria no país. 'Consternados' O diretor Morgan Spurlock, transformou em filme sua experiência, que mostra, na medida em que o tempo passa, que ele começa a engordar, tem depressão, palpitações e desejos de comer açúcar. O McDonald's tentou ignorar o filme, mas depois que ele quebrou recordes de bilheteria, resolveu "contra-atacar", segundo uma porta-voz da empresa na Austrália. "Nossos clientes ficaram consternados e chocados por não termos respondido e entenderam isso como uma espécie de admissão de culpa", disse Christine Mullins à agência de notícias francesa France Presse. Distorção A empresa começou o contra-ataque com anúncios na TV, nos cinemas e no seu site. Os anúncios mostram o executivo-chefe do McDonald's na Austrália, Guy Russo, que acusa o diretor de distorcer os fatos. Segundo ele, Spurlock comeu em apenas um mês uma quantidade de comida que os nutricionistas dizem que deveria ser consumida em oito anos. "Surpesa, surpresa... Ele descobre que foi um erro. Eu poderia ter dito isso a ele", diz Russo. A porta-voz do McDonald's disse que esta foi a primeira vez que qualquer empresa do grupo atacou o filme. |
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