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ONG Médicos Sem Fronteiras anuncia retirada do Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A agência de ajuda humanitária Médicos Sem Fronteiras decidiu suspender suas operações no Iraque. A organização não-governamental disse que a suspensão se deve à escalada da violência no Iraque e ao fato de que seus funcionários estão sendo expostos a sérios riscos. Em um comunicado informando a decisão a entidade disse que "lamenta" a medida, que foi tomada com "tristeza" "Nós lamentamos profundamente que não seremos mais capazes de dar uma tão necessária assistência médica ao povo do Iraque", disse Gorik Ooms, diretor-geral da ONG. Desrespeito Em seu comunicado, a Médicos Sem Fronteiras disse que as diferentes facções envolvidas no conflito no Iraque têm continuamente demonstrado "desrespeito pela independência das agências humanitárias". A agência vem atuando no Iraque desde dezembro de 2002 e afirma que manteve uma equipe reduzida em Bagdá mesmo durante o bombardeio da cidade. Após a invasão do Iraque, a ONG montou três clínicas em Cidade Sadr, na capital iraquiana, que já realizaram 100 mil consultas médicas. A ONG também contou com equipes que prestaram serviços médicos em cidades onde há intenso combate, como Najaf, Kerbala e Falluja. Recentemente, a entidade vinha oferecendo assistência aos desabrigados de Falluja. |
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