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União Européia gostaria de menos unilateralismo dos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A União Européia (UE) congratulou George W. Bush pela sua reeleição, mas o desejo de muita gente no bloco é que o presidente americano adote uma postura menos unilateral em seu novo mandato. Oficialmente, os chefes de Estado da UE, reunidos nesta quinta-feira em Bruxelas, divulgaram que esperam poder contar com um maior apoio dos Estados Unidos para encontrar uma solução para o conflito entre israelenses e palestinos durante o segundo mandato de Bush. "Seria muito importante trabalhar em parceria com os Estados Unidos", avaliou o presidente do Parlamento Europeu, Josep Borrell. Extra-oficialmente, um funcionário próximo ao presidente da Comissão Européia, Romano Prodi, disse que o mais importante é que Bush não faça mais ações de forma unilateral, como foi a decisão de invadir o Iraque. Para ele, a prioridade número um de Bush deveria ser encontrar uma solução imediata para a crise no Iraque. "A Comissão Européia espera que o presidente americano trabalhe para realizar as eleições no Iraque o mais rapidamente possível e que ajude a formar um governo legítimo no país", afirmou a fonte. Palestinos O presidente do Conselho Europeu, atualmente nas mãos da Holanda, Jan Peter Balkenende, não quis comentar nada sobre a situação dos palestinos com a possível morte do líder Yasser Arafat, mas fez questão de lembrar que os conflitos entre Israel e palestinos sempre estiveram entre as prioridades da UE. Já Borrell, do Parlamento Europeu, foi mais direto. Ele disse que, se Arafat morrer, o bloco europeu deveria trabalhar muito próximo dos líderes palestinos para concretizar uma sucessão organizada. E concluiu afirmando que "essa seria uma grande oportunidade para a UE demonstrar o seu compromisso com a região". |
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