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Exposição revela quem está por trás dos personagens virtuais | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Seres virtuais estão saindo do ciberespaço e se revelando como pessoas de verdade em uma exposição de fotografias na Proud Gallery, em Londres. A mostra Alter Ego, a primeira do tipo na Grã-Bretanha, indica que tipo de personagem virtual as pessoas escolhem ser em jogos de internet e mundos tridimensionais, revelando como as pessoas brincam com identidades em ambientes online. Clique no link abaixo para ver as fotos que comparam as pessoas aos seus personagens. Milhões de pessoas participam de jogos virtuais no mundo, e o avanço da tecnologia leva as pessoas a modelarem melhor as suas imagens virtuais fictícias. O fotojornalista Robbie Cooper queria ver se a vida real das pessoas tinha reflexo em seus alter egos digitais em ambientes em que elas desempenham papéis. "Parece realmente fascinante que haja pessoas interagindo nesses ambientes e conhecendo umas às outras através de personagens virtuais", disse Cooper à BBC. "Eles não se conhecem de verdade, eles interagem com um personagem que representa ou não algo real." Ao criar as 30 imagens da mostra, Cooper também conseguiu entender um pouco melhor o significado desses mundos virtuais para as pessoas. De acordo com a Sony, 58 milhões de pessoas em todo o mundo interagem nos jogos online, e o número deve aumentar. Arte Para Cooper, a criação de pessoas virtuais para ambientes cibernéticos é "uma forma de arte". Cooper se concentrou nos jogos para muitos participantes, que contêm complexos elementos sociais, além do aspecto de competição. Eles existem em várias formas desde os primórdios da rede mundial de computadores, e agora são grandes negócios para os principais fabricantes de jogos. Eles também atraíram muita atenção entre acadêmicos. Nesses jogos, laços sociais são criados, e clãs são estabelecidos, mas alguns deles preferem se encontrar também na vida real. Cooper acha que nem sempre a interação feita através de tecnologia é desumanizante e antinatural. A mostra fica em cartaz até o dia 28 de outubro. |
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