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EUA liberam dinheiro para Brasil combater pirataria | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira que está liberando US$ 1,19 milhão para financiar programas de treinamento contra a pirataria de bens intelectuais em pelo menos cinco países, entre eles o Brasil. Trata-se da segunda parcela de um total de US$ 2,5 milhões destinados pelo governo americano a esforços contra a pirataria. A primeira parte havia sido liberada em agosto. De acordo com Adam Ereli, porta-voz do Departamento de Estado, o US$ 1,19 milhão são “para financiar programas de treinamento para combater roubo de propriedades intelectual no Brasil, no Paquistão, na Coréia do Sul, na Malásia e no Panamá, assim como iniciativas na região da tríplice fronteira entre Paraguai, Argentina e Brasil, além de (programas) em países da região do leste da Ásia e do Pacífico.” O porta-voz não revelou quanto do total seria destinado especificamente ao Brasil. Allgeier Os programas de treinamento “são parte de uma estratégia contra a pirataria (...) que foi anunciada em quatro de outubro pelo representante de comércio dos Estados Unidos, pelo Departamento de Comércio e pelo Departamento de Justiça e Segurança Interna”, explicou o porta-voz. No mês passado, o vice-representante de comércio dos Estados Unidos, Peter Allgeier, visitou o Brasil para discutir com as autoridades brasileiras os esforços do país no combate à pirataria. Na ocasião, Allgeier disse que o Brasil poderia ser retirado da lista de países beneficiados pelo chamado Sistema Geral de Preferências caso não tomasse medidas contra a pirataria. Por meio do Sistema Geral de Preferências, o Brasil exporta ao mercado americano cerca de US$ 2,5 bilhões por ano em produtos livres de taxação. |
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