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Pastor da Igreja Universal é condenado por 'queimar Bíblias' em Madagascar | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus e três fiéis foram condenados a seis meses de prisão em Madagascar sob a acusação de terem queimado Bíblias. O julgamento do pastor Walker, queniano cujo primeiro nome não foi divulgado, e dos outros três acusados, que são de Madagascar, foi realizado nesta sexta-feira. Eles estavam presos desde 17 de agosto. A Igreja Universal nega que tenha sido feita uma queima de Bíblias sob sua iniciativa. "A Bíblia é a base da nossa fé", disse a secretária da entidade no país, Linda Teixeira. 'Idolatria' Segundo ela, o tema do sermão do pastor no dia em que houve a suposta queima de Bíblias era "idolatria". Ele teria dito para os fiéis levarem símbolos deste "pecado" para a igreja. "Quando o pastor queimou o que as pessoas trouxeram, não tinha Bíblia nenhuma", disse Teixeira. "E tudo foi queimado. Então, como é que depois, lá na polícia, encontraram a folha da Bíblia queimada?" A secretária da Universal negou que pastores da igreja queimem Bíblias em Madagascar e disse suspeitar de uma "armadilha" feita por católicos. Segundo Linda Teixeira, a Igreja Universal do Reino de Deus chegou a Madagascar em 1998 e hoje já possui 12 templos no país. |
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