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Annan defende na ONU respeito às leis internacionais | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, destacou nesta terça-feira a importância do respeito às leis internacionais ao abrir a 59ª Assembléia Geral das Nações Unidas, na sede da organização, em Nova York. Ao comentar a situação no Iraque, Annan traçou um paralelo entre a morte de reféns capturados por militantes extremistas e o abuso de prisioneiros cometido por militares americanos em cadeias iraquianas. Em ambos os casos, observou Annan, houve abusos dos direitos humanos. No plano internacional, o secretário-geral da ONU defendeu a necessidade de um conjunto de regras que seja obedecido por todos os países. Apesar de algumas farpas disparadas contra o governo americano, diante da presença de George W. Bush na ONU durante o pronunciamento, Annan evitou se concentrar apenas na questão iraquiana. O secretário-geral abordou também a necessidade de um papel atuante da comunidade internacional para ajudar a resolver conflitos como o de Darfur, no Sudão, e o entre palestinos e israelenses. "É aplicando rigorosamente as leis internacionais que podemos e devemos cumprir nossas responsabilidade de proteger civis inocentes do genocídio, de crimes contra a humanidade e de crimes de guerra", declarou. "A história nos julgará com dureza se nos deixarmos ser desviados desta tarefa ou pensarmos que estamos perdoados com base em alegações de soberania nacional." |
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