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Maconha ajuda quem tem esclerose múltipla, diz estudo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O maior estudo britânico sobre remédios contendo maconha mostrou evidências de benefícios no longo prazo para a redução dos sintomas de esclerose múltipla. "Há alguma evidência de um efeito a longo prazo", disse John Zajicek, que comanda os testes e participa do Festival da Ciência da Associação Britânica, na Universidade de Exeter. Ele também disse que os dados, até agora, eram "consistentes" com a idéia de que os remédios poderiam aliviar dores crônicas dos sofredores. Zajicek apresentou resultados que atualizaram um estudo publicado no jornal The Lancet no ano passado. Espasmos O projeto de pesquisa de 15 semanas havia revelado que os pacientes que estavam tomando remédios compostos por maconha encontraram alívio para alguns sintomas dolorosos da esclerose múltipla. Uma análise dos dados havia sugerido que houve pouca redução nos espasmos, um dos testes-chaves usado para avaliar os medicamentos. Os espasmos se referem à contração súbita e involuntária da musculatura. Zajicek, da Escola Médica Península, em Devon, disse que essa avaliação pode ter sido prematura. Um monitoramento a longo prazo, disse ele, mostrou, agora, que os pacientes registraram uma grande melhoria nessa área. |
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