|
'Cresce 42%' número de plásticas em jovens no Brasil | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O número de cirurgias plásticas em jovens com menos de 20 anos no Brasil subiu cerca de 42% de 2002 a 2003, acompanhando uma tendência verificada em todo o mundo. No período, o percentual relativo às cirurgias entre jovens no Brasil passou de 7,9% (3.788) para 11,4% (5.376) do total brasileiro – já mundialmente, essa média passou de 9% para 10,8%. No ranking dos países que mais fazem plástica no mundo, que engloba todas as idades, o Brasil está em terceiro lugar, atrás dos Estados Unidos e do México. As informações são da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps, na sigla em inglês), que divulgou nesta terça-feira o seu levantamento relativo a 2003. Os Estados Unidos vêm no topo dessa lista, com 85.635, ou 16,35% de todos os procedimentos no mundo; seguidos pelo México, com 50.490, ou 9,64% do total; e do Brasil, com 47.162, ou 9%. Queda Em 2002, o Brasil também ocupava a terceira posição com 47.957, o equivalente a 10,06% do total mundial. Nos procedimentos em jovens, o Brasil fica em 12º lugar, pouco acima da média mundial nessa faixa etária, calculada pela Isaps em 10,8% do total. Em 2002, essa média foi 9%. A faixa etária que mais faz plásticas no Brasil é a de 21 a 50 anos de idade, que corresponde a quase 60% de todos os procedimentos no país. Os números de cirurgias plásticas no Brasil vêm caindo desde 2000. O país chegou a ocupar a segunda posição no ranking, e realizava mais de 60 mil procedimentos por ano. Os levantamentos da Isaps nos últimos três anos também verificaram uma queda gradual na porcentagem de cirurgias plásticas feitas em homens. Em 2001, os homens correspondiam a 12,7%; em 2002, 12,3%; e no ano passado, 11%. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||