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Handebol feminino aposta na defesa contra a Grécia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A seleção brasileira feminina de handebol estréia neste domingo na Olimpíada de Atenas e aposta na forte defesa para vencer a Grécia. "A gente não conhece a Grécia, a gente nunca cruzou com elas. Mas vamos tentar fazer um jogo forte na defesa e um contra-ataque também forte", disse a pivô Fabiana Diniz à BBC Brasil. "Vamos tentar impor o nosso ritmo de jogo para não deixar elas crescerem, elas dominarem a partida." De acordo com a Federação Mundial de Handebol, a equipe brasileira é uma das favoritas a um lugar no pódio olímpico. Nos Jogos de Sydney, em 2000, o time ficou com a oitava colocação. Segundo Fabiana, as jogadoras passaram a ter uma maior obediência tática, o que acabou resultando em uma melhor atuação dentro de quadra. "A partir do momento em que a gente colocou na cabeça o que a comissão técnica vinha pedindo, e a gente conseguiu colocar isso em prática dentro de quadra, os resultados foram melhor que o esperado." Experiência internacional Fabiana, que joga em Portugal, é uma das oito atletas da seleção do Brasil que atuam no exterior. Apesar de não acreditar que essa experiência seja o fator fundamental da melhora do handebol brasileiro, Fabiana afirma que as atletas aprendem bastante por jogar fora do Brasil. "A gente acaba ganhando experiência, e eu acho que isso ajuda bastante, principalmente para as goleiras", disse. "Aqui eles investem no handebol como um esporte de primeiro mundo mesmo. O handebol é tratado como o nosso futebol lá no Brasil. E isso faz um pouco de diferença. Aqui as pessoas começam mais cedo, têm tempo de trabalhar a parte técnica. E isso influencia bastante." |
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